Fim do e-sedex: como fazer as entregas da empresa?

Muitos lojistas buscavam o e-sedex para realizar a entrega de seus produtos, pois era uma forma eficiente e barata para desempenhar esse serviço. No entanto, recentemente a agência dos Correios informou o fim do e-sedex, o que surpreendeu muitos empresários que agora estão a procura de novos meios de transporte para as suas mercadorias.

Utilizado por pequenos e médios e-commerces desde a sua criação, o e-sedex usa a mesma forma das entregas comuns, contudo, custa entre 20% e 30% menos que o tradicional.

Porém, o e-commerce continua a ganhar espaço no mercado brasileiro e não vai parar por isso. Há vários meios alternativos de entrega que são utilizados pelas empresas.

Este artigo apresentará alternativas existentes no mercado para possibilitar que a entrega dos produtos possam ser realizadas de maneira prática e eficaz. Continue a leitura e confira!

fim do e-sedex

Como funcionava e quais eram as vantagens do e-sedex

O e-sedex foi um serviço desenvolvido pelos Correios para o atendimento específico do e-commerce. Era um produto bastante delimitado para uma área específica. A maior vantagem dele era em relação a outras modalidades de entrega disponibilizadas pelos correios, pois o serviço tinha a qualidade do Sedex, com o preço reduzido.

No entanto, sua cobertura também era reduzida e para utilizá-lo era necessário firmar contrato com os Correios para usufruir de suas vantagens.

Os Correios cancelaram o e-sedex argumentando ser uma questão essencialmente negocial — não estava sendo vantajoso disponibilizar esse tipo de serviço. Então, eles simplesmente decidiram descontinuar com essa modalidade. Isso ocasionou bastantes dúvidas para quem trabalhava com a opção, fazendo com que os empresários buscassem alternativas para sanar o problema.

Opções de serviços de entrega de suas encomendas

Transportadoras

Existem várias transportadoras no mercado, porém algumas possuem mais experiência no ramo do comércio virtual.

Muitas lojas têm investido nessa possibilidade como uma estratégia para redução da dependência estatal, por causa dos riscos como a ocorrência de greves. Além disso, a forma direta de negociação com elas ampliam o poder de barganha no tocante aos preços, melhorando a flexibilidade nas operações.

Um ponto positivo das transportadoras é que elas não possuem limitações de pesagem das encomendas, sendo uma excelente opção para quem vende mercadorias acima dos 30 kg.

As lojas podem optar por essa estratégia de duas maneiras: utilizando um contrato direto com uma empresa ou o uso de plataformas de gestão integrada.

Ademais, o risco de ocorrer alguma greve ou paralisação é quase improvável, possibilitando assim, que a encomenda chegue mais rápido ao consumidor, garantindo a confiança e credibilidade da empresa.

Entregas alternativas e aplicativos de entrega

Além de buscar transportadoras para suas mercadorias, é preciso conseguir serviços alternativos de acordo com cada tipo de produto. Se você vende produtos leves, procure um tipo de embalagem que permita colocar outro item, por exemplo.

Entregas alternativas também podem ser realizadas por motoboy ou veículo próprio. Mas essa opção depende muito da abrangência da loja virtual, pois se a entrega da encomenda for próxima à loja ou junto ao estoque, é possível que o prazo da remessa seja mais rápido, promovendo assim a satisfação do cliente.

O uso de motoboys possui características específicas. Além do envio de bebidas, alimentos, flores, brindes, documentos e convites, o entregador também pode levar outras mercadorias perecíveis. Ou seja, é possível passar instruções específicas sobre a entrega com o contato direito com o remetente — o que não acontece nos Correios ou em outras empresas de transporte de encomendas.

Entregas realizadas por ciclistas assemelha-se ao serviço prestado por motoboys. Mesmo que sejam pouco ágeis, especialmente em grandes distâncias, elas são mais baratas e certamente menos danosas ao meio ambiente, já que não há emissão de poluentes, o que também poderia se tornar um elemento de empatia para o comprador.

Aderir a aplicativos de entrega também é uma boa opção. O grande diferencial dessas empresas de aplicativos é que elas têm o objetivo de realizar as entregas programadas para o dia seguinte ou até para o mesmo dia, disponibilizando também o serviço de coleta.

Por meio desses aplicativos, ciclistas, motociclistas, taxistas, motoristas ou qualquer proprietário de veículos realizam entregas em pouco tempo.

Mas há um porém: elas não estão presentes em todas as cidades, de modo que o serviço pode não ser tão rápido em determinadas regiões.

Outros serviços dos Correios

Mesmo com o fim do e-sedex, a agência dos Correios possui outras opções de serviços, como o PAC e o Sedex. Porém, eles podem se tornar mais caros para as empresas de e-commerce.

A solução é realizar um contrato com os Correios, com isso eles disponibilizarão descontos ao empresário, de acordo com o volume mensal de envio.

A grande desvantagem dos Correios é a limitação de peso e dimensão dos produtos, por esse motivo, muitos empresários optam por outros tipos de transporte.

Desafios do e-commerce com o fim do e-sedex

Para os empresários do comércio virtual, o fim do e-sedex se tornou um desafio, pois eles tinham uma boa opção de serviço que realizava o envio dos seus produtos com segurança e rapidez, cobrando um preço justo no mercado. Agora, eles precisam agir e contratar um serviço que ofereça a mesma segurança e eficiência que o e-sedex proporcionava.

Para que haja uma tomada de decisão mais assertiva, é interessante que você procure um sistema de integração logística, como o Frenet, que possibilita, de maneira simples, a integração entre lojas virtuais e transportadoras, visando realizar cotações de frentes e rastreio.

É importante frisar que o Frenet é uma alternativa ao e-sedex, pois com ele o lojista poderá integrar qualquer outra forma de entrega existente no mercado. Por isso, vale lembrar que o fim do e-sedex pode não ser um prejuízo para a sua empresa, basta você analisar as outras opções por meio do sistema do Frenet.

Sendo assim, o fim do serviço e-sedex não inviabiliza as operações logísticas do e-commerce. Ele apenas exige adaptações e mudanças nos meios de entrega das empresas, mas que não significarão o aumento de custos para os negócios.

Ainda assim, é importante ressaltar que antes mesmo de escolher qual método adotar, é essencial realizar simulações e cálculos com foco no histórico e nas médias de postagens. Isso permite que o empresário escolha o serviço que seja o mais adequado e pertinente para a realidade do seu empreendimento.

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